domingo, 19 de outubro de 2014

Numa Manhã...


Thomas fitava sua esposa a dormir ... tirou delicadamente seus cabelos de cima de seu rosto, enquanto a beijava e a chamava em voz baixa, ela se encolheu e deitou com o rosto voltado para a cama, na esperança de voltar a dormir. Perdeu o sono no pulo que dera ao sentir os dedos de seu marido em suas costelas. Começou a rir antes que pudesse esboçar qualquer outra reação. Ele parou, segurou suas mãos e firmou seus braços contra a cama, arrancando-lhe pequenas risadas que saiam quase que sem querer. Ainda segurando seus braços, Thomas começou a passar seu rosto levemente em sua barriga, dando-lhe beijos e fazendo-a rir... . Parou, ainda segurando seus braços e fitando seu rosto com um sorriso maldoso, Lara voltou a rir, tentando soltar as mãos enquanto repetia “não” com voz quase chorosa.

–        Fique calma, meu amor, só quero brincar com você um pouquinho...
–        Amor... não... hoje não, por favor...
–        Por que não? Só quero te ouvir rir, vamos... - disse ele enquanto dedilhava suavemente sua barriga e se divertia vendo-a rir, enquanto tentava fugir de seus dedos.
–        Ok...
–         Agora eu vou soltar seus braços, mas você vai deixar suas mãos bem quietinhas aqui e eu vou amarrá-las...
–         Amor...
–         Se não me obedecer vai ser pior – ela respondeu-me com uma deliciosa risada.
–        Ok... vou tentar, mas não prometo...

A soltei e ela deixou as mão onde eu pedi, receosa e com um sorrisinho no canto da boca. Amarrei cuidadosamente suas mãos e seus pés...

–        Nervosa?
–        Sim...

Me aproximei e beijei seus pés, ela me chamava de bobo e puxava os pezinhos quando sentia cócegas, tentando não rir, até eu segurá-los firmemente e começar a deslisar meus dedos levemente por suas solas, em resposta tive novamente um “não” seguido de risadas descontroladas e deliciosas, movia meus dedos delicadamente em suas solas, obrigando-a a rir e pedir para que eu parasse, continuei, agora arranhando vagarosamente, arrancando-lhe risadas descontroladas, ainda me pedindo para parar. Parei e me sentei ao seu lado na cama, ela estava meio ofegante e ainda dava ar de risos. Beijei seu rosto e arrumei seus cabelos, e antes que ela dissesse qualquer coisa apalpei suavemente suas costelas, ela reagiu com um pequeno grito seguido de risos. Comecei a dedilhar ambos os lados de suas costelas, ela reagiu com gargalhadas descontroladas, tentava desesperadamente soltar os braços e me implorava para parar. Suavemente eu passeava com os dedos, deslisando costela por costela, me deliciando com suas gargalhadas e pedidos para que eu parasse, o que me fazia fazer mais e mais... com voz de choro ela implorava para eu parar, enquanto tentava fugir de meus dedos. Comecei a pressionar suas costelas com mais força, ela gargalhava e se contorcia desesperadamente, já não conseguia me pedir para parar, só gargalhava e gargalhava... parei um pouco para deixá-la respirar, sequei seu rosto e arrumei seus cabelos, ela não tirava os olhos de mim, com um sorriso que tentava esconder.
Esperei que se recuperasse e comecei a acariciar a parte interna de seu braço, próximo ao cotovelo, ela fechou os olhos com força e virou o rosto para o outro lado, tentando ainda abaixar os braços e controlar a vontade de rir que já aparecia. Comecei a acariciar ambos os braços e fui descendo devagar, suavemente... ela não aguentou e começou a rir, e ria cada vez mais, enquanto vagarosamente eu ia me aproximando de suas axilas. Os primeiros toques em suas axilas foram recebidos com gargalhadas desesperadas, enquanto ela se debatia e se contorcia tentando me fazer parar,  eu continuava dedilhando-as calmamente, ignorando os pedidos e o desespero dela. A cada segundo ela ficava mais desesperada e me implorava para que eu parasse, respondi pressionando rapidamente suas axilas com as pontas de meus dedos, a forçando a gargalhar mais, até não ter mais força para implorar. Parei e dei-lhe um longo beijo, enquanto soltava suas mãos...